Verde Vida - Parte 1: a concepção



Boa tarde amigos leitores.

Bom, sei que ultimamente o blog não anda lá muito movimentado. Mas isso é porque ando nums bloqueios criativos incríveis. Prometo movimentar isso aqui um pouco mais. Ou não né? Sei lá. Bom, vamos ao que interessa.

Eu estava na minha eterna peregrinação pelo Facebook, quando fiz uma das conexões mais úteis da minha existência internética, se é que o termo existe. Decidi juntar a cultura da jardinagem caseira com a necessidade de conscientização da necessidade de verde na vida. Importante lembrar também que isso funciona um pouco como terapia também, já que é importante a gente se dedicar um pouco a algo pra relaxar, esquecer dos problemas. E tudo isso começa com uma história mais ou menos trágica. A história do pobre vaso que ilustra este post. Que não será contada agora. Mas futuramente no meu canal do youtube, né?

Me inspirei no perfil do Facebook da minha amiga (e proprietária de um blog incrível, o Geografiando) Luciana Souza. Decidi começar uma horta em casa. Decidi apostar em árvores frutíferas pra recuperar esse pobre solo e em seguida, completar minha contribuição para a melhoria desse planeta.

A árvore escolhida para o experimento é o Carica Papaya, também conhecida como mamão. Sei que não é uma árvore que usualmente se planta em vasos, mas o objetivo aqui não é colher os frutos, mas o verde que ele vai proporcionar.

Vou aproveitar ao máximo os recursos que eu tenho disponível no meu apartamento. Nada vai ficar de fora. Vou achar soluções para a fertilização, para irrigação e problemas com a luz também. Se você curtir, quiser imitar o projeto, pode pegar o seu vaso, a sua terra pobre, e em seguida continuar com o seu próprio experimento.

Vamos aos elementos desse ecossistema. A regra é clara. Para que seja considerado bem sucedido, o experimento contará apenas com recursos que seriam desperdiçados naturalmente, como por exemplo, aquela fresta da janela que só incomoda como fonte de luz (porque nem todo mundo tem uma varanda ampla onde acomodar plantas, mas se tiver tá valendo), ou restos de alimento como adubo (tem um jeito de não deixar tudo podre, heheh). E, claro, terra. Que você não terá em casa, mas que pode ser encontrada em qualquer lugar que não seja asfalto. Para este experimento, em especial, usei uma terra de péssima qualidade de propósito, para mostrar como é possível também recuperar esse recurso para possíveis outras intervenções.

Nosso pequeno "ecossistema" devastado: muito sal, poucos nutrientes. Precisamos de plantas suculentas crescendo aqui. 
Na maioria das vezes, as sementes necessárias estão à disposição.
Lembrando que as sementes utilizadas atendem à conveniência. Não significa que você não pode adaptar esse experimento à outras modalidades de plantas. Inclusive, como bônus, é interessante curtir o blog da Luciana para poder aproveitar dicas muito úteis, inclusive para o desenvolvimento de outras ideias que possam ser adaptadas à sua realidade e necessidade, como esse vasinho muito bonito e utilitário de coentro!


Para tanto, a nossa amiga confirmou que comprou as sementes e a areia. Mas o nosso experimento permite que, ao final do processo, caso seja o seu desejo, seja possível também o aproveitamento da terra fertilizada pelas raízes e folhas que as plantas suculentas permitem obter. Se você quiser conhecer um pouco mais das vantagens das plantas suculentas como alternativa para a fertilização, clica aqui.

Mas importante lembrar que a terra do nosso experimento, embora de péssima qualidade NÃO ESTÁ CONTAMINADA. Quando iniciar o seu próprio experimento, tenha em mente que este processo apenas fertiliza a terra usando os recursos do seu ambiente de convivência. Claro, não tem como limpar resíduos de agrotóxicos, medicamentos, gordura ou petróleo e derivados. Se a sua intenção é cultivar plantas para consumo, tenha em mente que terrenos poluídos são um risco à saúde.

Boa leitura e bom cultivo. Até o próximo post.

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